sexta-feira, 14 de outubro de 2011

A nova ordem económica....


Não queria voltar a falar de dinheiro, mas isto está de tal ordem que não há maneira de fugir ao assunto.Então é a crise, que se torna enfadonha a crise, que nos persegue em todo o lado, que fecha portas, que nos impede de ser socialmente úteis, que nos empastela num quadro negro sem luz e sem túnel, que me faz questionar se, mesmo eu não sendo nenhum entendido em economics, este será o caminho certo, ou pelo menos mais hábil de sair airosamente do buraco vertical que nos impede de subir à superfície da qualidade de vida que se esfuma como água por entre as franjas da carteira e que derrete todo o cartão de crédito.
Pronto, consegui provar com este parágrafo anterior que se pode ser abundante mesmo em tempo de crise: 7 linhas sem sombra de ponto final. Ponto final que parece não mais aparecer nesta fase da vida de portugueses cada vez mais tesos como o carapau...não fossem os gregos e estávamos completamente sozinhos na nossa miserabilidade...
Não, não vou dizer mal de nós, somos grandes, inventivos e lutadores...os nossos governantes é que não nos acompanharam na aitude, e resolveram alinhar com aquela minoria de nós pequeno-burgueses parolos, ignorantes, mas espertos para o compadrio, que nos desgraça. E com esses passos de morte, dou o meu benefício da dúvida ao Passos, espero que entenda como fomos em quinhentos e que o gérmen se mantém vivo, embora escondido...já o dizia o Eça há mais de um século e continuamos como se o tempo não existisse e gerações de sacrifícios e de esperanças tivessem sido em vão esbanjadas!...e como só se vive uma vez, eu gostava que a que me diz respeito fosse no mínimo gloriosa!!!...

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